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sábado, 10 de abril de 2010

Lembrando de um amigo

Scott foi um dos seres humanos mais nobres que já conheci, e tenho um imenso orgulho de ter sido abençoado por sua companhia e sua amizade. Com ele aprendi muitas coisas, uma delas foi o exercício constante e infindável de abrir meu coração para amar a todos, "independentemente de...".

De forma geral, não me preocupo com uma suposta vida pós-mortal, ou seja, não alimento ideias de que nos encontraremos com as pessoas que amamos depois de nossa morte, assim como não alimento esperanças de que vivamos conscientemente (d'alguma forma) após esta vida. Entretanto, acredito que a vida daqueles que se foram continua presente aqui naqueles que foram, d'alguma forma, tocados por eles. Scott tocou muitas pessoas. Ele amou intensamente aqueles que o cercaram - e provou isso em sua vida diária -, assim como foi amado intensamente por todos que o conheceram, especialmente por aqueles que, como eu, tiveram a oportunidade de dividir suas vidas com ele. Com ele aprendi a dar vida àquelas ideias nobres que costumamos apenas alimentar intelectualmente; ele me ensinou a pô-las em prática.

Se meu amigo estivesse aqui agora, faria questão de dizer o quanto o amo da forma como ele mais gostava: faria uma daquelas piadas que ninguém consegue entender, só ele, no que chamávamos entre nós de "witty fashion"...

Aquele frio dez de abril nunca sairá de minha lembrança, nem da lembrança de todos os nossos amigos. "O Riverfront nunca se esquecerá", foi o que disse Dawson. Nem o Riverfront, nem a grande comunidade dos amigos de Scott.
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