.

.
Clique na imagem acima para acessar nossa nova página no Facebook e interagir com outros leitores e comigo

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Seção 165 de Doutrina e Convênios - Comunidade de Cristo


Na Conferência Geral de junho de 2016, da Comunidade de Cristo, foi aprovada a inclusão das Palavras de Conselho – apresentadas pelo Presidente Stephen M. Veazey à igreja, na Conferência Geral de 2013 – em Doutrina e Convênios, como seção 165. Como uma seção de Doutrina e Convênios, aqueles conselhos do Presidente Veazey passam a ser aceitos como parte das Escrituras canônicas na Comunidade de Cristo. Abaixo, ofereço uma tradução livre e não autorizada ao português da (nova) seção 165 de Doutrina e Convênios, da Comunidade de Cristo – é importante ressaltar, especialmente para meus amigos de outros grupos da “Restauração”, que trata-se da versão de Doutrina e Convênios da Comunidade de Cristo, sediada em Independence (não se refere a “A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias”, cujos membros são conhecidos como “mórmons”).

+Gibson


Doutrina e Convênios 165

Durante três anos a igreja estudou, em espírito de oração, as palavras de conselho dadas em 2013. O Espírito Santo confirma que a igreja seria abençoada ao considerar este conselho para sua inclusão em Doutrina e Pactos. Este documento é humildemente oferecido para esse propósito como expressão de nosso apreciado princípio de Revelação Contínua.

Enquanto preparava o documento final, me mantive aberto a mais direcionamento divino que pudesse melhorar a compreensão da igreja agora ou no futuro. O direcionamento aperfeiçoou algumas frases. Em vários casos, também adicionou conteúdos por razões conhecidas por Deus.
Também considerei, em espírito de oração, que porções das palavras de conselho se aplicavam especificamente a quando foram dadas e que não necessariamente precisavam estar em Doutrinas e Convênios.

O testemunho que ofereço é a certeza de que Deus, o Eterno, amorosa e pacientemente guia a igreja de acordo com os propósitos divinos. Sejamos gratos for seu direcionamento. Que possa servir como uma senda de luz e de esperança para todos os que buscam seguir a vontade de Deus.



Aos conselhos, quóruns e ordens, à Conferência Mundial, e à igreja:

1 a. Comunidade de Cristo, uma visão divina é posta diante de vocês. Apresentada ao longo dos anos por meio de várias frases e símbolos inspirados, é expressa agora através de iniciativas em harmonia com a missão de Jesus Cristo.
b. Como um empreendimento espiritual, sigam audazmente as iniciativas rumo ao cerne da visão de Deus para a igreja e para a criação. Então, em resposta à percepção cada vez maior sobre a natureza e a vontade de Deus, continuem a moldar comunidades que vivem o amor e a missão de Cristo.
c. Amorosamente convidem outros a experienciarem as boas novas de nova vida em comunidade com Cristo. As oportunidades abundam em suas vidas cotidianas, se vocês escolherem vê-las.
d. Empreendam ações compassivas e justas para abolir a pobreza e terminar com o sofrimento desnecessário. Busquem a paz na e para a Terra.
e. Não permitam que nada lhes separe dessa missão. Ela revela a intenção divina para a salvação pessoal, social e ambiental; uma plenitude de testemunho do evangelho para a restauração da criação.
f. Continuem a aliar suas prioridades aos esforços locais e mundiais da igreja para impulsionar as iniciativas. Abordagens inovadoras adicionais para coordenar a vida congregacional e para apoiar grupos de discípulos e buscadores são necessárias para lidar com oportunidades de missão num mundo de mudanças.

2 a. Liberem a plena capacidade da missão de Cristo por meio da generosidade que imita a generosidade de Deus.
b. Escutem os testemunhos daqueles que respondem generosamente. Sigam o anelo de sua alma para retornar à graça e generosidade de Deus. Deixem que a gratidão lhes mostre o caminho.
c. Lembrem-se, um princípio básico do discipulado é cultivar a missão de Cristo por meio dos dízimos para a missão local e mundial de acordo com a capacidade real. Doar a outras organizações meritosas, mesmo sendo uma parte importante de Uma Resposta Generosa do Discípulo, não deve diminuir ou substituir os dízimos de missão.
d. Dizimar é uma prática espiritual que demonstra o desejo de oferecer cada dimensão de sua vida a Deus. Quando definida pela fé, pelo amor e pelo planejamento esperançoso, incluindo a resolução do endividamento imprudente, a capacidade para responder torna-se muito maior do que se supunha inicialmente.
e. A mordomia como resposta ao ministério de Cristo é mais do que a doação individual. Inclui a generosidade de congregações e jurisdições que doam aos ministérios mundiais da igreja para fortalecer a comunidade em Cristo, em todas as nações.
f. Compartilhar para o bem comum é o espírito de Sião.

3 a. Encarnem mais plenamente sua unidade e igualdade em Jesus Cristo. A unidade e a igualdade em Jesus Cristo são alcançadas por meio das águas do batismo, da confirmação pelo Espírito Santo, e são sustentadas através do sacramento da Comunhão. Abracem o significado pleno desses sacramentos e estejam espiritualmente unidos em Cristo como nunca antes.
b. Entretanto, não é correto professar unidade e igualdade em Cristo através das alianças sacramentais e, então, negá-las por meio de palavras ou ações. Tal comportamento fere o corpo de Cristo e nega o que eternamente se resolve na vida, morte e ressurreição de Jesus Cristo.
c. Vocês não entendem plenamente muitos processos inter-relacionados da criação humana. Através de sua maravilhosa complexidade, a criação produz diversidade e ordem.
d. Não se consumam com preocupação sobre a variedade em tipos e características humanos ao vê-los. Estejam apaixonadamente preocupados com a formação de comunidades inclusivas de amor, unidade e igualdade que revelem a natureza divina.
e. Unidade e igualdade em Cristo não significam uniformidade. Significam Unidade na Diversidade e relacionar-se em amor como o de Cristo às circunstâncias dos outros como se fossem as suas próprias. Também significam uma oportunidade plena para as pessoas experienciarem o valor humano e direitos relacionados, incluindo a expressão dos dons dados por Deus na igreja e na sociedade.

4 a. Sobre o sacerdócio, Deus chama a quem Deus chama dentre discípulos comprometidos, de acordo com seus dons, para servir e alcançar a toda a humanidade.
b. As políticas do sacerdócio desenvolvidas através de sabedoria e inspiração proporcionam uma maneira clara para que os discípulos respondam ao chamado. Também definem a diferença entre a percepção dum chamado potencial e a necessidade de alinhar a própria vida aos princípios de comportamento e relacionamentos morais que promovam o bem-estar da comunidade da igreja.

5 a. Crescimento e orientação espirituais enriquecem o envolvimento na missão de Cristo. O evangelista presidente e a Ordem dos Evangelistas, com seus colegas no ministério, devem concentrar-se na formação espiritual de comunidades de discípulos e buscadores que vivem, profunda e generosamente, no Espírito de Cristo.
b. Deem o sacramento da benção evangelista não apenas a indivíduos e congregações, mas a famílias, lares e grupos em busca de orientação espiritual para darem-se mais completamente à missão de Cristo. Nada nestas instruções deve ser interpretado como uma diminuição da importância do sacramento da benção evangelista para os indivíduos.

6 a. Amada Comunidade de Cristo, não apenas falem e cantem de Sião. Vivam, amem e partilhem como Sião: aqueles que se esforçam para ser visivelmente um em Cristo, entre os quais não há pobres nem oprimidos.
b. Como corpo de Cristo, carreguem amorosa e pacientemente o peso da crítica daqueles que hesitam em responder à visão divina de valor e igualdade humana em Cristo. Este peso e benção é de vocês por propósitos divinos.
c. E, sempre se lembrem, o caminho do amor sofredor que leva à cruz também leva à ressurreição e vida eterna na comunidade eterna de unidade e paz de Cristo. Confiem nesta promessa.

Stephen M. Veazey
Presidente da Igreja

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Cristianismo e violência homofóbica: respondendo a algumas provocações



“… se aperfeiçoem na prática da hospitalidade.” (Romanos 12:13)


Serei duro em minha resposta a algumas provocações que tenho recebido. Em hipótese nenhuma é minha intenção ferir qualquer um de meus leitores ou leitoras. Mas, a honestidade, às vezes, exige um tanto de rigidez.

Sim, é verdade que há muita falta de compaixão por parte de algumas igrejas e alguns fiéis cristãos para com diferentes grupos ou indivíduos que não se encaixem em suas expectativas. Essa falta de compaixão é, em minha compreensão teológica, pecaminosa, já que trai o espírito da mensagem do Evangelho.

Sim, é verdade que muitos indivíduos LGBT se sentem excluídos da comunidade cristã por conta da falta de compaixão de alguns que se declaram cristãos. Isso, para mim, é triste e inaceitável. Não acredito que pessoas tenham de mudar sua personalidade para sentirem-se respeitadas e protegidas enquanto seres humanos. Isso é algo que elas merecem pelo simples fato de serem humanas e de, na tradicional linguagem cristã, serem filhos e filhas de Deus.

Crer nisso, proclamar isso e viver isso, entretanto, não significa dizer que comunidades de fé (igrejas) não possam fazer exigências comportamentais de seus adeptos. Elas têm esse direito. A vida em comunidade só é possível sob acordos entre seus membros e, no caso de comunidades de fé, esses acordos baseiam-se sobre uma tradição teológica comum – partilhada se não por todos, pelo menos pela maioria.

Quando uma comunidade de fé, de qualquer tradição, acredita e ensina uma certa compreensão da sexualidade humana e das relações maritais que declare práticas homoafetivas como “pecaminosas”, ela não está, com base apenas nisso, sendo “homofóbica” ou cúmplice de “homofobia”. Está, apenas, vivendo suas próprias regras.

Em minha compreensão – e todos vocês sabem a partir de que posição falo nesse conflito –, e na compreensão da lei, a vida religiosa baseia-se, dentre tantas outras coisas, na voluntariedade. Em outras palavras, você só faz parte duma comunidade de fé à qual você queira se juntar. E essa – seja lá qual for – só recebe aqueles a quem queira receber. Uma igreja não é uma loja que venda “Deus” ou a “salvação – ou, pelo menos, não deveria ser –, é, antes, uma comunidade de fiéis.

Assim, mesmo eu sendo quem sou, e mesmo eu crendo no que creio no tocante ao valor e à dignidade humanos, não posso aceitar acusações generalizantes e falsas acerca de pessoas que não pensam como eu. Apesar de, para mim e para minha tradição de fé, a homossexualidade não ser um “pecado”, como o ensinam tantos outros cristãos, dizer que seja e exigir um comportamento “moral” que se afaste de “desejos e práticas homossexuais” não é sinônimo de “homofobia” – é, no máximo, sinônimo de ignorância e preconceito; mas se vamos falar sobre “ignorância” e “preconceito”, também deveremos falar sobre esses dois elementos na visão, declarações e comportamentos de certos ativistas.

Não é verdade que “todas as igrejas cristãs condenam a população LGBT ao inferno”. Na verdade, nem todas as igrejas cristãs pregam sobre o mito do “inferno” – algumas estão ocupadas demais pregando as boas novas de Jesus para se preocuparem com “o diabo”. Para nós, Deus é suficiente; não precisamos do diabo ou do inferno para nos preocuparmos com o serviço ao próximo e com a construção do Reino de Deus aqui e agora.

Sim, é verdade que as igrejas e movimentos mais belicosos no tocante a temas “delicados” como esse são as que têm maior audiência nos meios de comunicação. São elas que aparecem nos noticiários, que têm programas de TV, que vendem revistas nas bancas, e que elegem os tipos de legisladores de certas “bancadas” do Congresso. Elas, contudo, não são “o Cristianismo” – elas são uma parte apenas (a mais poderosa no Brasil atual, mas apenas uma parte).

O Cristianismo é multiforme e polifônico, assim, é injusto acusar-nos todos como coparticipantes duma visão teológica específica. Fazê-lo é não apenas reflexo de desinformação deliberada: é uma desonestidade imoral.

Aos que acreditam na retórica da não compaixão absoluta da Igreja cristã para com qualquer tipo de pessoa, convido-os a procurar com mais cuidado e atenção. Se de fato quiserem ser parte duma comunidade de fé onde possam se sentir bem-vindos, tenho certeza que encontrarão esse lugar. Só não se esqueçam de que da mesma forma como querem ser livres e ser respeitados, outras pessoas que, talvez, pensam de forma diferente da sua também o querem. É uma via de mão dupla! É o preço de construir comunidade!

Se precisar de ajuda em sua busca, ficarei feliz em ajudá-lo(a)!

Sinceramente,

Rev. Gibson da Costa

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Minha resposta ao “Unitarista Mineiro”


Caro “Unitarista Mineiro”,

Li o que você escreveu e confesso que não sabia exatamente por onde começar. Decidi, então, iniciar minhas observações por definições simples – como se deveria fazer em qualquer debate de ideias.

É importantíssimo deixar claro que a razão para a sua suposta “confusão”, em minha opinião, é possuirmos um background religioso/intelectual/sociocultural bem diferente – o que faz com que mesmo que utilizemos os mesmos termos, atribuamo-lhes sentidos muito distintos.

Você me acusa, por exemplo, de rejeitar “a verdade” sobre Deus, citando alguns textos publicados aqui e em um de meus livros. Mas o que lhe pergunto é: você realmente leu minhas perspectivas sobre “verdade” e sobre “Deus”? Os argumentos que você utiliza como apoio às suas observações sugerem que você não tenha lido atentamente aqueles textos – parece, na verdade, ter apenas lido alguns comentários feitos por outros acerca do que eu supostamente penso (comentários esses que se tornaram comuns em alguns meios ditos “evangélicos”). Para mim, seria muito mais interessante dialogar sobre o que escrevi com alguém que tenha, de fato, lido o que escrevi.

Muitas vezes não escrevo de forma tão direta ou objetiva quanto alguns querem pelo simples fato de Deus e fé, por exemplo, não serem temas objetivos, quantificáveis, metrificáveis. Não acredito num Deus que possa ser pesado, metrificado, analisado sob as lentes dum microscópio, já que Deus não é – em minha experiência e compreensão – um objeto! Se uso uma linguagem provocadora é porque, no meu meio religioso e sociocultural, essa é mais compreensível – além de a mesma ser uma marca de minha personalidade. Por isso posso dizer que “não posso acreditar em Deus” – porque a maioria de meus leitores, provavelmente, compreendem minha escolha da metáfora como instrumento para falar sobre certos conceitos teológicos. Quando digo isso, eles entendem que estou fazendo uma crítica ao uso de certos conceitos acerca de Deus com os quais não concordo plenamente.

Sua tática de atacar minha vida pessoal é a menos merecedora de comentários, mas a comentarei assim mesmo. Não o conheço pessoalmente, o que implica que você também não me conhece pessoalmente – se alguma vez, mesmo que improvavelmente, tenhamos estado fisicamente no mesmo local, isso não significaria que você me conheça. Posso citar exatamente as fontes de seus comentários, onde estão e quem os fez originalmente (pessoas, a propósito, que também não me conhecem e que encontraram em teorias da conspiração uma forma infeliz de lidar com a pluralidade religiosa no mundo!).

O joguete de deslegitimar a opinião dum “oponente” com base em acusações contra sua vida pessoal – em meu caso explícito, com base em minha vida eclesiástica – é tão antigo quanto imoral. Foi usado no meio político romano; foi usado nos primórdios da Igreja cristã; foi usado ao longo das eras; e é, infelizmente, ainda usado em nossas sociedades ditas pós-modernas. Meu apelo é à civilidade: se você discorda de minhas ideias ou das ideias teológicas que defendo, ataque-as e não a mim – é isso que faço e que continuarei a fazer, se discordo de algo ou de alguém (deixo os ataques pessoais para as crianças que ainda estão aprendendo a viver em sociedade, e para aqueles que não se esforçam em percorrer a trilha da compaixão).

Sua mensagem é tão incoerente em termos conceituais que não consegui entender se você tenta se identificar como um “unitarista bíblico” ou como um “unitário-universalista”. Esses dois conceitos são contraditórios, mas você defende a ambos simultaneamente! Eu, pessoalmente, não me identifico como nenhum dos dois! Sou, eclesiasticamente, um unitarista – o que identifico, em minha experiência de fé e prática, como um “cristão liberal” herdeiro da tradição unitarista anglófona. Não tenho o mínimo interesse em definir o que isso seja para qualquer outra pessoa – seja membro de minha própria comunidade de fé, seja para alguém de fora. Assim, se você se diz um “unitarista”, mesmo que seu discurso esteja muito alheio à minha tradição e mesmo que você se mostre desinformado quanto à mesma, esse é seu direito – o que eu teria a ver com isso?… Mas, se você escreve para um Ministro de uma igreja unitarista, tentando ensinar-lhe sobre a tradição que você aparentemente desconhece, então você tem de estar preparado para uma resposta que talvez não lhe agrade muito!

Nunca menti sobre [ou omiti] minha história eclesiástica aos meus leitores (nem, muito menos, aos meus paroquianos!). Sempre deixei claro que tenho uma múltipla herança religiosa, já que venho de família multirreligiosa. Sou um unitarista-anglicano, com ligações também às tradições luterana, congregacional, restauracionista e quaker. Além de herdeiro do Judaísmo Reconstrucionista.

É óbvio que alguém com minha experiência religiosa e minha formação teológica não poderia pensar como você pensa acerca da Divindade. Em nenhuma das tradições que me formaram como ser religioso há o predomínio duma visão de Deus, da Bíblia, de Jesus como a que você afirma ser “a verdadeira”. Logo, eu estou sendo “verdadeiro” e “honesto” para com minha própria tradição de fé – que é, em si mesma, polifônica.

Não direi a você no que deve acreditar. Direi, sim, no que acredito eu. Acredito e confio na Realidade de Deus. Sobre essa Realidade, é dito nas Escrituras que é amor. Quando enfatizo essa definição de Deus, alguns insistem que com isso queira dizer que não há “certo” ou “errado”: estão errados – quando digo isso, apenas enfatizo minha compreensão das Escrituras e tradições judaico-cristãs que apontam Deus como cerne da compaixão capaz de nos tornar “humanos”, como “elemento” indispensável na construção das relações entre os seres humanos (os “filhos/as de Deus”). Meus leitores e ouvintes, incluindo você, podem construir suas próprias interpretações de minhas palavras para si, mas – com todo respeito – não podem querer dizer a mim o que minhas palavras devam significar!

Apesar de nossas discordâncias, continuarei a mantê-lo em minhas orações e, humildemente, peço o mesmo de você.

Respeitosamente,

Rev. Gibson da Costa